Texto de Thales Oliveira.
Em meados de 2019 surgiu o Fórmula Automobilismo. Derivado de uma antiga página que eu mesmo tinha, focada na cultura automotiva em geral, o Fórmula foi uma mudança impulsionada pelo meu ingresso na faculdade de jornalismo.
Quem gosta de carros dificilmente não se encanta com os bólidos de corrida. E, junto desse fascínio por alguns dos carros mais extremos que já existiram, veio a vontade de entender o motivo pelo qual os mesmos são cultuados para além da parte técnica. Com essa motivação, mergulhei de cabeça no mundo do esporte a motor.
Como certa parte dos brasileiros, o setor de lembranças do meu cérebro é repleto momentos que remetem a F1, quase sempre nas manhãs de domingo e através das transmissões da Rede Globo. As Ferraris vermelhas de Michael Schumacher e Rubens Barrichello são sinônimos de Fórmula 1 para quem foi criança nos anos 2000, como eu. Há também algumas outras memórias a se destacar, mais recentes, como o GP de Interlagos de 2008 e o nome Brawn GP atrelado ao sentimento de incredulidade, que não sei dizer se é anacronismo sentimental de minha parte.
Mas a Fórmula 1 tornou-se uma constate em minha vida apenas em 2018, graças à caótica largada do GP de Singapura de 2017, que vi enquanto passava rapidamente pela TV que fica na sala da minha casa. Não parei para assistir toda a corrida, mas decidi dar uma chance para o campeonato do ano seguinte. E, bom, o resultado está na primeira frase desse parágrafo.
No fim de 2018, depois de uma leve desilusão com Ferrari e Red Bull quanto às suas capacidades perante a dominante Mercedes, eu já estava imerso no oceano chamado automobilismo. Descobri o DTM, olhei com carinho para a Stock Car (mais carinho do que a CBA) e me apaixonei pela MotoGP. Mais ainda, entendi os ovais de NASCAR e IndyCar e a grandiosidade das corridas de resistência.
Então, com uma soma de motivação profissional, nostalgia e interesse genuíno no esporte, o Fórmula Automobilismo passou a existir. Mas veio 2020, trazendo consigo o sombrio período que vivemos até o presente momento.
Não posso (e não vou) dizer que sofri com a pandemia. Não perdi familiares e nem amigos, não enfrentei dificuldades financeiras e tão pouco adoeci. Mas ignorar o momento é simplesmente impossível. E mesmo sem dificuldades financeiras, algumas incertezas sobre o futuro ganharam forma e acabei por trancar meu curso de jornalismo. Em paralelo, eventos foram canceladas e o mundo passou por um breve período de lockdown quase universal. Sem corridas e desmotivado por ter trancado a faculdade, desaminei de manter o blog. Ainda assim, o mantive mediante bastante esforço mental.
Agora, na metade final de 2021 e após um bom tempo do blog juntando poeira, sinto-me focado novamente. E para marcar esse novo momento, que vem embalado pela 1ª dose da vacina, o Fórmula Automobilismo recebe um novo começo.
Nova identidade visual

O Fórmula, que já teve o amarelo como parte de sua identidade, ganha agora mais um tom de azul. A nova identidade monocromática trás também uma nova logo, a fim de marcar a nova fase.
A reformulação do blog, também abrange (em partes) o conteúdo ao dar mais foco sobre três categorias específicas: Fórmula 1, Fórmula E e Stock Car. Nas redes sociais as postagens seguem como pequenas pílulas de informação, mas de cara nova. No blog o conteúdo se mantém mais extenso e detalhado, agora com um pouco menos (bem pouquinho mesmo) de visitas as demais categorias do automobilismo.
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